Páginas

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

EXERCÍCIOS de Português

Os substratos do Português do Brasil
Embora desde o século XVI tivessem os portugueses iniciado a colonização da Terra de Santa Cruz, o tupi, como língua geral, coexistiu com o português, e em situação de superioridade, até o século XVIII. Segundo Teodoro Sampaio, até meados desse século todos os paulistas falavam o tupi.

Não foi o tupi a única língua indígena que se falou no Brasil. Seu estado de maior adiantamento, contudo, tornou-o a segunda língua das tribos que não o tinham como língua própria.

Justamente por isso, os jesuítas, ao se dedicarem ao trabalho de catequese dos índios, procuraram aprender o tupi, para se dirigirem aos nativos. As escolas fundadas pelos missionários ensinavam, a par do português, a língua geral. Tal fato, e o número relativamente pequeno de colonizadores que para aqui vieram inicialmente, explicam a resistência do tupi ao português. “A situação de inferioridade do Português era tão flagrante e clamorosa que o rei de Portugal chegou a baixar um decreto proibindo o uso da língua tupi, o que, aliás, adiantou muito pouco” (Chaves de Melo, 1946).

Só com o incremento do seu ensino nas escolas, que foi uma decorrência do aumento do número de colonizadores no Brasil, a partir da segunda metade do século XVIII, vai o português implantar-se como a única língua oficial de nossa pátria, desterrando o tupi, mas dele conservando grande número de vocábulos, que constituem o que se poderia chamar de substrato indígena do português do Brasil.

Na antroponímia essa contribuição se representa por grande contingente. Citemos, para exemplificar: Araci, Araripe, Jaci, Juraci, Ubirajara, Iara etc.

Ficaram-nos também alguns substantivos comuns: buriti, carnaúba, capim, cipó, jacarandá, jacaré, arapuca, lambari etc.

Mas onde a contribuição tupi se mostra mais pujante é na toponímia. Vejam-se alguns exemplos: Maracanã, Tijuca, Pará, Pernambuco, Maranhão, Ceará, Sergipe, Mogi,
Bauru etc.

A contribuição indígena não foi somente vocabular: ficaram- nos do tupi modismos e outras expressões culturais.

(Sami Sirihal. Constituição do vocabulário português. Belo
Horizonte, 1959, p. 51-55. Mimeo. Adaptado.)

01. O texto 1 apresenta-se, fundamentalmente, como um texto:
A) narrativo, centrado em uma seqüência de episódios históricos.
B) expositivo, orientado para trazer informações acerca de um tema.
C) expressivo, voltado para a revelação de impressões interiores do autor.
D) poético, direcionado para provocar efeitos estéticos e emotivos.
E) metalingüístico, caracterizado pelo propósito de apresentar uma terminologia.

02. Pela compreensão global do texto, é correto concluir que:
1) a história das línguas tem seu próprio fluxo; é alheia, portanto, às circunstâncias externas de sua evolução.
2) interesses políticos podem direcionar a formação e a trajetória de uma língua; as línguas são, pois, flexíveis.
3) as línguas são constituídas por um acervo de palavras que refletem o espaço cultural em que são usadas.
4) línguas nativas jamais poderão ser subjugadas por falares alienígenas; é a cultura local que se impõe.
Estão corretas:
A) 2 e 3 apenas
B) 2 e 4 apenas
C) 1 e 3 apenas
D) 1 e 4 apenas
E) 1, 2, 3 e 4

03. Considerando a idéia central em torno da qual o texto 1 se desenvolve, um outro título adequado a ele poderia ser:
A) O trabalho de catequese dos missionários jesuítas
B) A resistência dos colonizadores às ordens de Portugal
C) O ensino das línguas nativas nas escolas do Brasil-colônia
D) Os rastros indígenas de uma convivência histórica
E) A pluralidade cultural que a colonização estimulou

04. Analisando as estratégias de construção do texto, podemos dizer que o autor:
A) centrou-se em analogias que justificassem seus pontos de vista.
B) recorreu a considerações fortuitas, sem o aval de dados reais.
C) preferiu uma linguagem essencialmente metafórica e erudita.
D) cuidou em fundamentar, por diferentes fontes, suas observações.
E) estendeu sua descrição a aspectos subjetivos, particulares e impressionistas.

05. Pode-se reconhecer uma relação de ‘causa’ e ‘conseqüência’ nas seguintes afirmações do texto.
1) “o tupi, como língua geral, coexistiu com o português, e em situação de superioridade, até o século XVIII.”
2) “A situação de inferioridade do Português era tão flagrante e clamorosa que o rei de Portugal chegou a baixar um decreto proibindo o uso da língua tupi, o que, aliás, adiantou muito pouco”.
3) “Só com o incremento do seu ensino nas escolas, (...) vai o português implantar-se como a única língua oficial de nossa pátria.”
4) “Na antroponímia essa contribuição se representa por grande contingente.”
Estão corretas apenas:
A) 1 e 3
B) 2 e 3
C) 1 e 4
D) 2 e 4
E) 2, 3 e 4

06. Analise as justificativas que são apresentadas abaixo para alguns recursos usados pelo autor do texto 1. Assinale a justificativa que corresponde corretamente
ao recurso em questão.
A) O uso do conector ‘embora’ (início do texto): marca a relação semântica de comparação que se estabelece no trecho.
B) O uso do conector ‘contudo’ (2º parágrafo): marca a relação de conclusão estabelecida entre dois segmentos do parágrafo.
C) A inversão do sujeito em: “tivessem os portugueses”: indica que o autor quer deixar indefinido o elemento em referência.
D) O uso das aspas no 4º parágrafo: indica que o autor do texto 1 transcreveu, literalmente, um trecho de um outro autor.
E) A repetição de palavras como ‘português’ e ‘tupi’: sinaliza que a linguagem do texto 1 se aproxima dos padrões da fala informal.

07. Observe o trecho: “O tupi tornou-se a segunda língua das tribos que não o tinham como língua própria.” Com base no princípio de que as palavras são
polissêmicas, assinale a alternativa em que a palavra sublinhada aparece sem alteração de sentido.
A) Chegamos ao local na própria hora combinada.
B) Nem a própria Constituição previu concessões.
C) A minoria dos brasileiros é que reside em casa própria.
D) A diversidade é uma prerrogativa própria das
línguas naturais.
E) Eu própria soube como explicar certas questõeslingüísticas.

08. Dizendo que “o ensino do português foi incrementado nas escolas”, o autor quis dizer que esse ensino tornou-se mais:
A) impoluto.
B) interino.
C) exânime.
D) execrável.
E) apurado.

TEXTO 2
Arabescos


Os tempos estão difíceis (sempre estiveram, o ser humano sempre viveu chorando à beira do precipício) e um dia, pra sobreviver, você arranja um bico com o brigadeiro Piva, acaba no Iraque e vira hóspede do Presidente.

Quando uma pessoa se encontra só em países estranhos é que percebe que a cultura, no caso o conhecimento de línguas, não é uma ilusão de eruditos. Torna-se, visivelmente (audivelmente), uma coisa prática, ferramenta de subsistência. Já imaginou o isolamento terrível de quem, retido num caravançarai, não sabe uma palavra de árabe?
Mas não desespere:

Se estiver cansado, peça uma almofada que lhe dão imediatamente. Só não exagere querendo alcova. Se confiscarem seu violão, peça o alaúde, diz que vai tocar sem alvoroço, sem alarde. Na hora do almoço, não se aperte – peça almoço. E escolha o menu, feito de, digamos, alcatra, almôndegas, umas alcachofras, alcaparras, alface e, há gosto pra tudo, um tanto de alfafa. Jamais peça álcool, a não ser para limpar as alparcatas. De preferência, peça uma almotolia e pergunte onde é o alambique. A comida virá como um amálgama, num alguidar. Mesmo não gostando, não faça alarido, nem algaravia, muito menos algazarra. Se surgir um almirante, elogie seu alamares e
pergunte sua alcunha. Diga que tem alqueires de terra, peça pra tirar suas algemas e dar sua alforria, mostrando que tem dólares na algibeira. Fale em “algarismos”.
Cuidado, porém, com alcagüetes, que estão sempre de alcatéia. Diga que é um bom alferes e quer um alazão.
Peça que ele chame um alfaiate, que não use alfinetes, pra lhe fazer um albornoz. Se é supersticioso, peça também alecrim e alfazema. Fuja pelo alpendre, passe pela aldeia e atravesse a alfândega, gritando: “Alvíssaras”!

Depois da turma da Mendes Júnior e do Brigadeiro Piva, todo árabe entende português.

(Millôr Fernandes. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 6/09/90, p. 3)

09. Analisando o texto 2, como um todo, pode-se reconhecê-lo como um texto, em que sobressai:
A) um propósito didático de divulgar princípios da ciência lingüística.
B) um alerta bem-humorado contra possíveis dificuldades na comunicação verbal.X
C) um conjunto de orientações acerca de como enfrentar dificuldades ortográficas.
D) uma abordagem humorística de definir certas normas gramaticais.
E) uma forma irônica de enaltecer os conhecimentos lingüísticos.

10. Confrontando os textos 1 e 2, pode-se perceber que a questão abordada em ambos diz respeito:
A) à etimologia e à história das palavras.
B) à fonologia e à prosódia do português.
C) a aspectos da ortografia das palavras.
D) aos neologismos do português em uso.
E) à polissemia das línguas naturais.

11. No texto 2, embora em curta passagem, o autor faz afirmações que poderiam fundamentar o princípio de que o conhecimento de línguas:
A) é uma prova de evidente erudição.
B) supera a mera competência conceitual.
C) é estranho a determinadas culturas.
D) revela-se capaz de iludir os incautos.
E) é exclusivo de quem fomenta a cultura.

12. Releia o trecho: “Quando uma pessoa se encontra só em países estranhos...”. Observando a norma padrão, no que se refere à concordância nominal, outro trecho
em que se respeitou tal norma seria:
A) Quando uma pessoa mesmo se encontra sozinho...
B) Quando nós mesmos, meninas, nos encontramos só...
C) Quando duas ou mais pessoas, elas mesmas, se encontram sós...
D) Quando várias mulheres, elas própria, se encontram só...
E) Quando homens e mulheres, eles mesmos, se encontram sozinho...

13. Em português, ainda segundo a norma padrão, o verbo deve concordar com o sujeito. Essa regra foi respeitada em:
A) Qual dos brasileiros não se sentiram isolados quando tiveram de viver no exterior?
B) Nenhum dos brasileiros entendem facilmente as diferenças entre o português e o tupi.
C) Se houvessem menos palavras “importadas” de outras línguas, o português seria mais pobre.
D) Nos textos, foi mostrado, entre muitas outras coisas, as influências do bilingüismo.
E) O português é diverso: provieram do tupi e do árabe muitas palavras e expressões.

14. O verbo ‘haver’ admite um padrão de concordância especial com o sujeito. De acordo com esse padrão, e em situações de interação formal, a alternativa
adequada será:
A) As opressões: sempre há de acontecer. Que não hajam, porém, os oprimidos conformados.
B) As palavras indígenas haviam entrado na língua, naturalmente. Os colonizadores não haviam de resistir!
C) Se não houvessem influências culturais tão distintas, não seríamos o que somos hoje.
D) Na história do Brasil colônia houveram distintas influências culturais.
E) Os poderes que a língua tem resistem; mesmo que hajam ações contrárias.

15. A pontuação tem relação com o sentido daquilo que se diz. Com base nesse princípio, assinale a alternativa em que a mudança nos sinais de pontuação acarreta
mudança de sentido.
A) As palavras não vão mudar logo. Ficarão em uso, por algum tempo. / As palavras não vão mudar logo; ficarão em uso por algum tempo.
B) As palavras não vão mudar logo; ficarão em uso por algum tempo. / As palavras não vão mudar; logo, ficarão em uso por algum tempo.
C) A língua tupi não desapareceu; apenas evoluiu. / A língua tupi? Não desapareceu. Apenas evoluiu.
D) O tupi como língua geral coexistiu com o português. / O tupi, como língua geral, coexistiu com o Português.
E) A situação de inferioridade do Português era: flagrante e clamorosa. / A situação de inferioridade do Português era flagrante e clamorosa.

16. Os prefixos e sufixos estão disponíveis na língua para que possamos formar novas palavras. Nas alternativas abaixo, há uma série formada apenas com prefixos
que expressam oposição.
A) ‘ingerir, ‘insondável’’, ‘insolúvel’.
B) ‘inabitual’, ‘inapto’, ‘irrelevante’.
C) ‘injetável’, ‘insípido’, e ‘insalubre’.
D) ‘inseminação’, ’insatisfação’, ‘irresponsabilidade’.
E) ‘inserção’, ‘insano’, ‘inquisitivo’.

TEXTO 3
A perda abstrata


O extraordinário professor de línguas passeando pelo Brasil punha sempre ouvidos à maneira de falar dos nativos, fossem professores, como ele próprio, ou gente simples do povo. E ficou fascinado com uma palavra que ouvia a todo momento – absurdo. E daí em diante, sempre que podia, a toda hora, dizia, absurdo! Absurdo. Absurdo! E sorria deliciosa satisfação intelectual semântica.

Pois não é que um dia, atravessando a Baía da Guanabara a passeio, em direção a Paquetá, o professor achou a paisagem um absurdo de bonita e, que horror!, não lembrou a palavra? Tentou, levantou-se, andou até a popa do barco, depois até a proa, procurando no mais fundo da memória, mas a palavra não veio. E estava ali, de cabeça baixa, andando pra lá e pra cá, sem nem mais olhar a paisagem, quando um taifeiro lhe perguntou:
- Que foi, cavalheiro, está sentindo alguma coisa?
- Não, nada, estou só aborrecido. Perdi uma palavra.
- Uma palavra? Estava escrita num papel?
- Não. Não estava escrito em lugar nenhum. Só na minha cabeça.
- Perdeu uma palavra que estava na sua cabeça? Perdão, senhor, mas é um absurdo!
- É isso! Encontrou! Obrigado, meu amigo, obrigado.
Moral: A cultura está em toda parte.

(Millôr Fernandes. 100 Fábulas fabulosas. 2 ed. Rio de Janeiro
/São Paulo. Editora Record. 2003. p. 47-48)

17. A propósito da tipologia do texto 3 e da forma como ele está construído, podemos afirmar que se trata de:
A) um texto expositivo, para servir de pretexto a ensinamentos de ordem ética e moral.
B) uma dissertação, com uma clara finalidade persuasiva e, sobretudo, moralista.
C) uma narrativa, escrita em linguagem informal, bem próxima de uma interação descontraída.
D) um texto explicativo, em que se apontam normas de um bom comportamento social.
E) um texto descritivo, em que se apresentam as características de paisagens e pessoas.

18. Há trechos no texto 3 que trazem marcas da oralidade em contextos não-formais. Essas marcas podem ser vistas na alternativa:
1) “O extraordinário professor de línguas passeando pelo Brasil punha sempre ouvidos à maneira de falar dos nativos.”
2) “E ficou fascinado com uma palavra que ouvia a todo momento – absurdo.”
3) “Pois não é que um dia, atravessando a Baía de Guanabara a passeio, em direção a Paquetá, o professor achou a paisagem um absurdo de bonita e, que horror! , não lembrou a palavra?”
4) “Tentou, levantou-se, andou até a popa do barco, depois até a proa”.
5) “E estava ali, de cabeça baixa, andando pra lá e pra cá”, sem nem mais olhar a paisagem”.
Estão corretas apenas:
A) 1 e 3
B) 3 e 5
C) 2 e 4
D) 1 e 4
E) 1 e 5

19. Entre as alternativas abaixo, há uma em que a complementação do predicado fugiu a seu paradigma normal: uma estratégia do autor para causar um certo
efeito de estranheza. Essa alternativa é:
A) “E ficou fascinado com uma palavra que ouvia a todo momento”
B) “E sorria deliciosa satisfação intelectual semântica.”
C) “Que foi, cavalheiro, está sentindo alguma coisa?”
D) “Perdeu uma palavra que estava na sua cabeça?”
E) “A cultura está em toda parte.”

TEXTO 4
Ai, palavras, ai, palavras,
que estranha potência, a vossa!
Ai, palavras, ai, palavras,
sois de vento, ides no vento,
no vento que não retorna,
e em tão rápida existência,
tudo se forma e transforma!
Sois de vento, ides no vento,
E quedais, com sorte nova! (...)
A liberdade das almas,
ai, com letras se elabora ...
E dos venenos humanos
sois a mais fina retorta:
frágil, frágil como o vidro
E mais que aço poderosa!
Reis, impérios, povos, tempos,
Pelo vosso impulso rodam...

(Cecília Meireles. Romanceiro da Inconfidência. de Janeiro: José Olympio, 1980, p. 12). Fragmento

20. Uma análise do poema de Cecília Meireles nos faz perceber:
1) a predominância de uma linguagem figurada, manifestada, por exemplo, na ‘personificação’ com que ‘as palavras’ são tratadas.
2) versos marcados por antíteses, como em ‘frágil como o vidro’ e ‘mais que aço poderosa’.
3) oposições flagrantes, como em: ‘ides no vento’ e ‘quedais’.
4) o uso de expressões metonímicas, como em ‘A liberdade das almas, ai, com letras se elabora...’
5) uma idealização da palavra, em nenhum momento associada à iniqüidade ou à malícia.
Estão corretas:
A) 2 e 3 apenas
B) 3 e 4 apenas
C) 1, 2 e 3 apenas
D) 1, 2, 3 e 4 apenas
E) 1, 2, 3, 4 e 5

21. O poema de Cecília poderia ilustrar a idéia de que:
1) subjaz à linguagem uma força incomum, embora um tanto quanto paradoxal.
2) a linguagem só não liberta as angústias da alma.
3) as palavras são voláteis, ainda que perduráveis.
4) as palavras são um vetor que é capaz de mover a História.
Estão corretas:
A) 1, 2 e 3 apenas
B) 3 e 4 apenas
C) 2 e 3 apenas
D) 1, 3 e 4 apenas
E) 1, 2, 3 e 4

22. Observe os versos: “frágil, frágil como o vidro e mais que aço poderosa!”. Nesses versos, fica evidente uma relação semântica de:
A) condicionalidade.
B) conformidade.
C) concessão.
D) comparação.
E) causalidade.

23. Considere os versos seguintes: “Ai, palavras, ai, palavras, / que estranha potência a vossa! / sois de vento, ides no vento”. A correspondência entre verbos
e pronomes está de acordo com a norma padrão, como, igualmente, na seguinte alternativa:
A) “Ai, palavras, ai, palavras, / que estranha potência a tua! / fostes de vento, irás no vento”.
B) “Ai, palavras, ai, palavras, / que estranha potência a tua! / és de vento, ireis no vento”.
C) “Ai, palavras, ai, palavras, / que estranha potência a tua! / foste de vento; não vai no vento”.
D) “Ai, palavras, ai, palavras, / que estranha potência a sua! / és de vento, vais no vento”..
E) “Ai, palavras, ai, palavras, / que estranha potência a tua! / és de vento, vais no vento”.

GABARITO:
1-b; 2-a; 3-d; 4-d; 5-b; 6-d; 7-c; 8-e; 9-b; 10-a; 11-b; 12-c; 13-e; 14-b; 15-b; 16-b; 17-c; 18-b; 19-b; 20-d; 21-d; 22-d; 23-e

Nenhum comentário:

Postar um comentário